Uma Família Católica Apostólica Romana que quer ajudar na Construção do Reino de Deus, como tantas outras.
sábado, 12 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Mês das Vocações
Vocação é um chamado de Deus para realizar uma missão, somos todos chamados a partir do batismo quando somos inseridos na família de Deus.
Pelo sacramento do batismo somos perdoados do pecado original e recebemos muitos dons do espírito Santo, a vocação é alimentada por estes dons que colocamos à serviço de Deus em favor dos irmãos.
No mês de agosto a Igreja Católica celebra as vocações:
No primeiro domingo, celebramos a vocação sacerdotal que é vivida por diáconos, presbíteros e bispos, membros do clero da Igreja. Rezemos pelas vocações sacerdotais, através delas recebemos os sacramentos que são sinais sensíveis da graça de Deus.
Segundo Domingo, celebramos a vocação familiar. A família é o lugar do início da vida física e também espiritual, onde aprendemos valores e somos formados como homens e mulheres de bem. Neste domingo celebramos especialmente os pais, eles são importante referência na vida da família, por seu carinho, seu modo de ser, influenciam muito na formação do caráter dos filhos.
Terceiro Domingo, celebramos as vocações religiosas. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos vivos do Evangelho.
Os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e de tantas outras obras de caridade. Com sua vocação, eles demonstram que o Evangelho é plenamente possível de ser vivido, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São fortes exemplos e testemunhos de desprendimento, humildade e amor.
Quarto Domingo, Celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Neste domingo lembremos especialmente dos catequistas que educam , fortalecem e reanimam crianças, jovens e adultos na fé, para os sacramentos e para darem testemunho de Cristo ao mundo.
quarta-feira, 1 de março de 2017
Quarta-Feira de Cinzas
As cinzas simbolizam: penitência, e nos lembram que somos pó e ao pó voltaremos. Iniciamos hoje a Quaresma, são 40 dias em que somos chamados:
· a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino;
· a mudar nossa maneira de ver, pensar e agir;
· a conversão, à penitencia, à mudança de vida;
· a dedicar-se mais a oração pessoal e comunitária.
· a fazermos uma avaliação da nossa conduta e optarmos por um caminho novo sem o pecado.
· a crescer mais em Deus, viver a fraternidade.
· a privar-se de alguma coisa pelos outros.
A partir de hoje ao recebermos as cinzas a igreja nos convida: Convertei-vos e credes no evangelho.
Campanha da Fraternidade 2017
Você sabe o que é a Campanha da Fraternidade? a Campanha da Fraternidade é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil. A CF envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil.
A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.
A Campanha da Fraternidade sempre começa na quarta-feira de cinzas e acontece durante o ano todo! Muitas pessoas acham que ela termina depois da Páscoa, mas não, ela dura até o fim do ano, junto com o Ano Litúrgico, onde são desenvolvidas diversas atividades pastorais.
Este ano a Campanha da Fraternidade tem como tema: Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida e o lema: Cultivar e guardar a criação.
http://www.campanhadafraternidade2017.com.br/
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
A HISTÓRIA DO LÁPIS
Conta-se que um menino olhava sua
avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
– Você está escrevendo uma
história que aconteceu conosco? É sobre mim?
A avó sorriu e disse:
– Estou escrevendo sobre você,
sim. Porém, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando.
Gostaria que você fosse como ele quando crescesse.
O menino olhou para o lápis e não
viu nada de especial.
– Mas ele é igual a todos os
lápis que vi em minha vida!
– Tudo depende do modo como você
olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se conseguir mantê-las, o farão
uma pessoa feliz. Com toda a sabedoria, a avó enumerou então as seguintes
qualidades:
1) Você pode fazer grandes
coisas, mas nunca deve esquecer que há uma mão que guia seus passos. Esta mão é
Deus e Ele deve sempre conduzi-lo conforme Sua vontade;
2) De vez em quando preciso usar
o apontador. O lápis sofre um pouco, mas no final está mais afiado. Por isso,
saiba suportar algumas dores, pois elas o farão uma pessoa melhor.
3) O lápis permite que eu use uma
borracha para apagar o que está errado. Corrigir algo que fizemos é importante
para nos manter no caminho da justiça.
4) O que realmente importa no
lápis não é a sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Sempre cuide
do seu interior.
5) Finalmente, o lápis sempre
deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida
deixará traços. Então procure ser consciente em cada ação.
Autoria de Paulo Coelho
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Carroça Vazia
Certa manhã bem cedo, o meu pai
convidou-me para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Aceitei com
grande alegria e lá fomos nós, humedecendo os nossos sapatos com o orvalho da
relva.
Ele parou em numa clareira e,
depois de um pequeno silêncio, perguntou- me:
- Está ouvindo alguma coisa além
do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e
respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma
carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo - disse ele. É uma
carroça vazia. Sabe porquê?
- Não, respondi intrigado.
Então, o meu pai colocou a mão no
ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos e disse:
- Por causa do barulho que faz.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me
muito em que pensar. Tornei-me adulto. E, ainda hoje, quando vejo uma pessoa
tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa, ou quando eu
mesmo, por distração, me vejo prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a
impressão de estar a ouvir a voz do meu pai soando na clareira do bosque e me
ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça,
maior é o barulho que faz!
Autor: desconhecido
domingo, 5 de junho de 2016
Efeitos do batismo
Existe uma lenda que poderá nos ajudar a entender a eficácia do Sacramento do Batismo.
Havia um rei que tinha grande amor a seu povo. Muitas vezes, saía sozinho visitando os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com seu súditos. Uma tarde, passando por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e lhe disse:
- Como se chamas?
- Eu não tenho nome - respondeu a criança.
- Como não tens nome? Quem são os teus pais?
- Eu não tenho pai nem mãe.
- Onde moras então? Onde dormes, te abrigas da chuva e da tempestade?
- Não tenho casa. Me abrigo embaixo das pontes ou das garagens de ônibus.
- Mas afinal de que te alimentas?
- Eu vivo dos restos que me dão.
O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse:
- Venha comigo. De hoje em diante, terá pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisar para ser feliz.
Ao chegar no palácio real, entrou em seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo:
- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. Receberá uma aprimorada educação e terá direito à herança.
O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirurgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências:
- Você será considerado meu filho somente se for digno do nome que recebeu, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderá todos os direitos.
A criança cresceu usufruindo todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionava. Porém, quando chegou à juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer crimes que o levaram à prisão e até a condenação à morte.
Na prisão, os prisioneiros zombavam dele, dizendo:
- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós caímos aqui porque somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas você, que tinha tudo o que queria que recebeu uma ótima educação, como pode chegar a ser condenado como nós? Isto é muito vergonhoso!
O filho unigênito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adotivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou.
Esta lenda nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam os vários personagens e os diversos elementos dessa lenda?
- Deus é o rei, o Pai de toda misericórdia, que se compadece da miséria humana.
- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos.
- O menino pobre somos nós que fomos salvos por Jesus.
- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma.
- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristão, que nos identifica como FILHOS DE DEUS.
- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se batizam adultos, esses são apagados pela água batismal.
- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja.
- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe.
- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós.
- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico.
O Batismo também nos dá diversos direitos:
- A recepção dos demais Sacramentos;
- A participação de todos os bens espirituais da Igreja;
- A herança de Deus, que é a Vida Eterna.
Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente a participação da natureza, da vida do próprio Deus.
Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas em suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Batismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família Real, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade.
Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.
fonte:Site Catequisar
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