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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Deus não erra!


Há muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre o lembrava dessa verdade.
- Meu rei,não desanime... Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!!! Um dia, o rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o atacou. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O Servo respondeu:
- Meu rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!!!
O rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que o mesmo fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois se sabia que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto e o rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso!! Falta-lhe um dedo!!
E o rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, mandou libertar seu súdito e pediu que o mesmo viesse em sua presença. 
Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu?
O servo sorriu e disse:
- Meu rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!!!
Nunca diga a Deus que você tem um grande problema... mas diga ao problema que você tem um “Grande Deus!!”.



fonte: Comunidade com Deus

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Os anjos

Dois anjos estavam viajando e pararam na casa de uma família rica para passar a noite. A família recusou recebê-los no quarto de hóspede da mansão e, ao invés disso, foi lhes dado um lugar frio no porão.

Assim eles arrumaram suas camas no chão duro. O anjo mais velho viu um buraco na parede e o fechou. Quando o anjo mais novo perguntou o porquê daquilo, o anjo mais velho respondeu:

- Nem sempre as coisas são como parecem!

Na noite seguinte o par de anjos veio descansar na casa de um fazendeiro muito pobre, porém hospitaleiro. Depois de compartilhar a pouca comida o casal deixou que os anjos dormissem na sua cama, onde eles puderam ter uma boa noite de descanso.

Quando o sol veio na manhã seguinte os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua única vaca cujo leite era seu único rendimento, estava morta no campo.O anjo mais novo perguntou ao anjo mais velho:

- Como você deixou que isso acontecesse? O primeiro homem tinha tudo, mesmo assim você o ajudou. A Segunda família tinha pouco, porém estava disposta a dividir todas as coisas e você deixou que sua vaca morresse ?

- Nem sempre as coisas são como parecem! Respondeu o anjo mais velho. Quando estávamos no porão da mansão eu vi que havia ouro guardado em um buraco na parede. Visto que o dono estava tão obcecado pela cobiça e não estava disposto a compartilhar sua fortuna, eu fechei a parede e ele não será capaz
de encontrá-la. Então na noite passada enquanto nós dormíamos na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio para levar sua esposa. Eu disse a ele que ao invés dela, levasse o animal.

MORAL DA HISTÓRIA:

Nem sempre as coisas são como parecem! Algumas vezes isto é exatamente o que acontece. Quando as coisas não resultam como gostaríamos que fosse. Se você tem fé em DEUS, apenas confie que todo resultado é sempre a seu favor. Você pode não entender isto na hora, mas mais tarde entenderá.

fonte: catequisar.com

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A fé dos cristãos

A fé é um dom gratuito que Deus concede ao homem. Para viver, crescer e perseverar na fé devemos alimentá-la com a Palavra de Deus, devemos implorar ao Senhor que a aumente.

Eu sou uma pessoa: nasci menino ou menina. Tenho um pai e uma mãe, irmãos, irmãs e uma família, vivo na comunidade dos seres humanos, com animais e plantas, e tudo o que desenvolve na terra. Os homens podem ver e ouvir, aprender e fixar, pensar e fazer projetos. Podem construir casas, domesticar animais, curar doenças, transmitir a vida. Investigam o universo e são capazes de viajar até à lua, atravessar os mares e inventar bombas que destroem a vida sobre a terra. São capazes de observar e estabelecer comparações.

Os homens comunicam-se entre si, aprendem uns dos outros, e necessitam-se igualmente uns dos outros.O que é difícil torna-se fácil quando há alguém a quem posso dizer: conto contigo; tens boas intenções para comigo, Escuto o que me dizes: acredito em ti. Tu ajudas-me sempre a levantar e me fala de esperança. Confio na tua palavra e em ti. É a amizade.

O coração do homem está feito para o infinito, as experiências mais belas não o satisfazem, pelo contrário levam-no cada vez mais a buscar e refletir: Porque estou no mundo, por que tenho de morrer? Tem sentido minha vida? 

Em todas as épocas e entre todos os povos, os homens procuram Deus. Procuram-no para aprender d'Ele a compreenderem-se e a compreender o mundo. Todo o homem pode reconhecer a mão eficiente de Deus na ordem diversificada da criação. As obras são o reflexo d'Aquele que as criou. Existe uma maneira mais direta de encontrar Deus e de estar seguro da sua existência. Os cristãos confiam no testemunho da Bíblia. 

"Muitas vezes e de muitos modos falou Deus a nossos pais, nos tempos antigos, por meio dos profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio do Filho" (Hb 1,1).

Através dos relatos bíblicos dos seus encontros com o homem aprendemos a conhecer Deus. Aprendemos quem é Deus e o que Ele quer do homem e para o homem.

A fé é um ato pelo qual aderimos na confiança, à pessoa de Jesus Cristo filho de Deus, e ao conteúdo de tudo o que Ele nos revelou por meio de seus apóstolos e de sua Igreja. Aprendemos a crer graças aos ensinamentos que recebemos da igreja. No símbolo dos apóstolos dizemos: “Creio”, mas quando renovamos as promessas do batismo durante a Vigília Pascal, dizemos juntos: “Sim, creio”. A fé é uma atitude pessoal que se vive na Igreja, com todos os outros cristãos.

fonte: Pequeno Catecismo  Católico

sábado, 27 de abril de 2013

As quatro velas


Quatro velas queimavam calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam.
A primeira vela disse: - Eu sou a Paz! Apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou então, apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda disse: - Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua na vida da maioria das pessoas. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido portanto, eu continuar queimando. E ao terminar a sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: - Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas deixam-me de lado, só conseguem vislumbrar a si próprias, esquecem-se até daqueles à sua volta que os amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas. - Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até ao fim. E dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou: - Não tenhas medo pequeno, enquanto eu queimar poderão acender outras velas, pois eu sou a Esperança! A criança então, com os olhos brilhantes, pegou na vela que restava e acendeu todas as outras.
"Que a vela da esperança nunca se apague dentro de nós!"

                                                    

fonte: comdeus.org.br/

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Um itinerário espiritual a ser seguido

No 'Ano da Fé', somos convocados a reavivar a chama da fé em nosso coração, em nossa caminhada de cristãos. Em uma sociedade secularizada, que, aos poucos, vai perdendo as raízes da sua própria identidade cristã, a Carta Apostólica do Papa Bento XVI, Porta Fidei, é um convite a retornamos às nossas raízes e, assim, vivenciarmos um tempo novo.

Eis o caminho espiritual proposto pela Carta Apostólica Porta Fidei:

Primeiro passo: acesso exclusivo ao amor de Deus. “A Porta da Fé (cf. At 14, 27), que nos introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós” (PF, 1). Por meio da fé temos acesso exclusivo a uma vida de intimidade profunda com Deus.

Segundo passo: ajudar nossos irmãos e irmãs a atravessarem o deserto da secularização para que encontrem Jesus Cristo, fonte da vida que sacia todas as sedes. “A Igreja, no seu conjunto, e os pastores nela, como Cristo, devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida em plenitude” (PF, 2). Muitos se encontram peregrinando por um deserto sem vida. A fé que cultivamos em nosso coração ajuda-nos a sermos guias para quem se encontra sedento de Cristo.

Terceiro passo: rezar a Palavra de Deus na vida. "Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos” (cf. Jo 6, 51), (PF, 3). Na Palavra de Deus e na Eucaristia encontramos o alimento necessário que sustenta nossa alma. É preciso rezarmos essa Palavra em cada momento de nossa vida.

Quarto passo: testemunharmos o amor de Deus. “A renovação da Igreja realiza-se também por meio do testemunho prestado pela vida dos crentes. De fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou” (PF, 6). Nossa vida deve irradiar a Luz da Palavra de Deus. Somente quem foi iluminado pela Palavra pode testemunhar uma vida de luz.

Quinto passo: converter-se no Senhor. “O Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo” (PF,6). É necessário reacender a chama do nosso primeiro amor por Cristo. E esta chama só poderá ser acessa se nos convertermos novamente.

Sexto passo: abandonar-se nas mãos de Deus. “Só acreditando que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior, porque tem a sua origem em Deus” (PF, 7). Geralmente, queremos que seja feita a nossa vontade, mas poucas vezes nos abandonamos nas mãos de Deus. Viver o 'Ano da Fé' é abandonar-se inteiramente nas mãos do Senhor. Confiarmos a Ele nossa vida e tudo o que temos e somos.

Sétimo passo: redescobrir o valor da Profissão de Fé. “Não foi sem razão que, nos primeiros séculos, os cristãos eram obrigados a aprender de memória o Credo. É que este servia-lhes de oração diária para não esquecerem o compromisso assumido com o Batismo” (PF, 9). A oração do Creio deve voltar a fazer parte das nossas orações. É preciso aprofundar naquilo que cremos.

Oitavo passo: estudar o Catecismo. “Para chegar a um conhecimento sistemático da fé, todos podem encontrar um subsídio precioso e indispensável no Catecismo da Igreja Católica. Este constitui um dos frutos mais importantes do Concílio Vaticano II” (PF, 11). No Catecismo da Igreja Católica, encontramos alimento seguro para as questões da fé que nos inquietam. É preciso saber responder: Por que eu creio? Em que eu creio?

Nono passo: desenvolver a caridade na vida. “O 'Ano da Fé' será uma ocasião propícia também para intensificar o testemunho da caridade. Recorda São Paulo: ‘Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade’” (1 Cor 13, 13) (PF, 14). A caridade nasce do amor, ela é o amor em ação na vida.

Décimo passo: viver o 'Ano da Fé' como um itinerário espiritual. “Possa este 'Ano da Fé' tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro (PF, 15). Temos a nossa disposição um programa de vida espiritual rico e profundo para crescermos na fé e no amor a Cristo e a Igreja.



fonte: Canção Nova/Padre Flávio Sobreiro



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Como evangelizar os meus filhos?

A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender a conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos. 

Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus se isso não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem de ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, Sua vida, Seus milagres, Seu amor por nós, Sua divindade, Sua doutrina... Eles são os responsáveis a dar-lhes o batismo, a primeira comunhão, a crisma e a catequese. 

Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda:“Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. 

Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, os filhos também vão viver assim, e isso se desdobra em outros exemplos. Os genitores precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. 

Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado à escola. Infelizmente, hoje, se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que os filhos aprendem ali. Infelizmente, hoje, o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nesses locais. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, a fim de que não aprendam uma moral anticristã. 

Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, entre outros. Hoje temos boas emissoras religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação dessa criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirá-las da frente do televisor, oferecendo-lhes brinquedos, jogos, contando-lhes histórias, etc.. Da mesma forma, ocorre com a internet: os pais não podem descuidar dela. 

Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquistá-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro? Não! Você os conquista com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. 

Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho dos pais. Assim será fácil você levá-lo para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a igreja porque não foram conquistados por estes. 

Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhê-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele. Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

Matéria escrita pelo prof. Felipe Aquino, muito interessante, até sabemos tudo isso, mas precisamos estar relembrando e conversando com outros pais sobre o assunto sempre!

fonte: Canção Nova

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

É com essa Igreja que quero ficar!

A Igreja é apostólica porque vem dos apóstolos: é a continuação deles. Ela traz a sucessão apostólica. Os nossos bispos não se tornaram bispos porque quiseram, por própria vontade, como acontece em outras igrejas, denominações e seitas. O bispo de sua diocese é um sucessor dos apóstolos. A Igreja Católica conserva a sucessão apostólica. Desculpe a rudeza da expressão: os nossos bispos não são aventureiros que lançaram mão do título de bispo, mas eles foram escolhidos por aquela que Jesus chamou “a minha Igreja” para realizar a sucessão apostólica. É um tesouro que nos pertence: só a Igreja Católica tem a sucessão apostólica. Por isso ela é “apostólica”.
É com essa Igreja una, santa, católica e apostólica que estamos. Com a Igreja que Jesus fundou em Pedro, dizendo: “Tu és Pedro e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja”.
É importante que você renove a fé nessa Igreja, agora: 
É com essa Igreja que quero ficar; essa Igreja que tem a Eucaristia, que tem a sucessão dos apóstolos, e que, portanto, tem a doutrina de Jesus que foi passada por intermédio deles, dos bispos, e por meio daquele que é o continuador de Pedro, o Papa. Creio nessa Igreja una, santa, católica e apostólica. Agradeço, Senhor, porque construíste a Tua Igreja sobre a pedra, que é Pedro e sobre as doze pedras que são os Teus apóstolos. Muito obrigado, Senhor, porque é nessa Igreja que estou e haverei de estar até o fim. Amém!

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Ano da fé


Conceito por trás  do logotipo: Num campo quadrado e com borda, encontra-se simbolicamente representada a Nau, a imagem da Igreja, que navega sobre águas sutilmente esboçadas na gráfica, cujo mastro principal é uma cruz que iça as velas que, com sinais dinâmicos, realizam o trigrama de Cristo; além disso no fundo das velas, o sol que associado ao trigrama, remete à Eucaristia.

Para vivermos este ano da fé, o Papa Bento XVI pede à Igreja uma "mudança interior e profunda, que comece com a conversão de cada um e se traduza na santidade e no testemunho apostólico”.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Ano da Fé


Começamos a viver o Ano da fé dia 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário do Concílio Vaticano II, e terminaremos no dia 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo. “É convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo”. A PORTA DA FÉ, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. "Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo", explicou o Papa Bento XVI.

A fé é um dom gratuito que Deus concede ao homem, uma virtude sobrenatural infundida por Ele.Recebemos esse dom pelo sacramento do Batismo. Por isso crer só nos é possível pelos auxílios exteriores do Espírito Santo. Jesus Cristo é nossa fé, é o conteúdo, o modelo e o centro da nossa crença. É Ele que caminha conosco e nos fortalece na fé. Para viver, crescer e perseverar até o fim na fé, devemos alimentá-la com a Palavra de Deus e manifestá-la na vida com obras. 
Como uma mãe que ensina seus filhos a falar e com isto a compreender e a comunicar, a Igreja nossa mãe nos ensina a linguagem que nos introduz na compreensão e na vida da fé.


fonte: Catecismo da Igreja Católica